quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Abelha-obreira











*Joaquim Moncks

Da colméia dos inquietos alço o voo da palavra, sem destino certo. E morro de amores pelo pólen. Os ventos, por vezes, me desatinam os sentidos. E me perco da flor. A inquietude é sempre rosa-dos-ventos.


Do Livro dos Afetos, 2005/2009.

Publicado também no Recanto das Letras.

*joaquimmoncks@gmail.com